Zenilda está com Dilma e você? Pense, analise e vote Dilma 13!

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GOVERNO DO PSDB!

Por Zenilda Batista Bruginski. Assistente Social. Mestre em Serviço Social. Curso de Doutorado em Serviço Social pela PUC SP

A sensação que tenho de um governo do PSDB, é que o mesmo, com a sanha que eles tem de cortar gastos no Brasil, irá diminuir drasticamente os gastos sociais, leia-se políticas públicas, Bolsa Família, Prouni, Minha Casa Minha Vida, que a ânsia neoliberal de fazer o Brasil crescer a qualquer custo ( não com sustentabilidade para todas as áreas e segmentos populacionais) – irá causar uma catástrofe semelhante a da Europa hoje, com milhões de desempregados, greves em geral, … mais protestos, endividamento externo, instabilidade econômica e política, que o capitalismo mundial que não tem fronteiras e fará de tudo para ter nosso país em suas mãos – e que aliados aos capitalistas e ao governo brasileiro dito acima, trabalharão pelos seus lucros, não pela nossa pátria (a pátria deles é o dinheiro, capital internacional, especulação financeira, ganhar sem produzir como fazem os bancos em todo o mundo).

O GRANDE PODEROSO é o mercado, tudo se resolve através de compras e vendas, nada mais precisa existir, e é o que causa a grande catástrofe para a humanidade, até os sentimentos são objetos de trocas comerciais.

O pré sal provavelmente será o primeiro assalto, não servindo para nossa educação, saúde, mas para abarrotar os bolsos de países que nos querem reféns deles para os mesmos ficarem bem, seus grupos econômicos, seus negócios, sua vida cada vez mais abastada (EUA, INGLATERRA), à custa de nossas riquezas naturais.

Por isso, quando vejo brasileiros defendendo ferrenhamente o PSDB (política neoliberal que nem a eles beneficia, dá-me pena) porque nem os próprios sabem o mal que estão defendendo.

Quanto à corrupção, nem se fala, tudo por debaixo dos panos, a mídia que é oriunda do grande capital nacional aliado ao internacional, não dando nem um pio, o povo servindo como mulher traída, sem saber de nada, achando seus governantes uma maravilha, porque tudo parece tão bonito, aos olhos de quem não vê a podridão moral por dentro de tudo.

OLHA, NÃO ADIANTA ME XINGAREM, RIR DE MIM, PORQUE VERÃO A RAZÃO COM QUEM ESTÁ E CHORARÃO DEPOIS COM O LEITE JÁ DERRAMADO! QUALQUER OPINIÃO EM CONTRÁRIO, QUE SEJA CONVINCENTE, ARREBATADORA, NÃO BAIXA E DE VOCABULÁRIO CHULO, COMO O QUE TEM ACONTECIDO. APELAÇÃO com BAIXARIA É DESRAZÃO.

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Somos cada vez mais! Somos Dilma! Somos por Direitos sociais!

O compromisso de quase mil pessoas mostra a força do SUAS. Mostra o resultado de um governo que prioriza os direitos sociais.

Nesta reta final estamos mais coesos em torno de uma luta por cidadania!
O SUAS é uma conquista da população, respeitada pelos Governos do PT, por Lula e por Dilma que abrem uma nova vida para milhões de pessoas e de famílias!!
Nossa causa é a causa do povo brasileiro!
O SUAS não cabe no Estado mínimo que os tucanos querem estabelecer. Esse é o DNA do programa de Aécio Neves: governar apenas para alguns poucos.
50 milhões de indigentes foi a herança de FHC. Não permite que o atraso volte! Vamos olhar pra frente!
Governo Novo! Idéias novas para o SUAS
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Coordenadora do Bolsa Família manda carta a Aécio Neves e pergunta: que pai só aparece de 4 em 4 anos, à época das eleições?

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Fonte: http://paulomoreiraleite.com/2014/10/19/que-pai-aparece-de-4-em-4-anos-epoca-das-eleicoes/


Como tantos brasileiros que têm assistido aos debates da campanha presidencial, a advogada Luciana Oliveira, 38 anos, dois filhos, testemunhou a cena em que Aécio Neves anunciou ao país que o pai do programa Bolsa Família é o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Se muitos espectadores reagiram com perplexidade, Luciana ficou indignada. “Eu sei que isso não é verdade,” explica ela,  com autoridade de quem foi coordenadora-geral de Benefícios do Bolsa Família por oito anos. “O Bolsa Família nasceu como um projeto para vencer a pobreza. O Bolsa Escola nada foi além de remendos, em época eleitoral, de um governo que estava com a popularidade baixíssima.”
Formada em Direito, com pós-graduação em Direito Trabalhista, Luciana acompanha os programas de transferência de renda do Estado brasileiro há 13 anos. Tornou-se funcionária do MEC pouco depois do Bolsa Escola ter sido lançado. Foi para o Ministério do Desenvolvimento Social, quando o Bolsa Família teve início. Como coordenadora-geral de benefícios, tinha a responsabilidade de conceder benefícios — e também suspender sua execução, quando era o caso. Também tinha função de prestar esclarecimentos a órgãos de fiscalização, como Tribunal de Contas da União e a Controladoria Geral da União, sempre que se fazia necessário.
Lembrando o costume de Aécio e outros dirigentes do PSDB em reivindicar a paternidade do Bolsa Família, depois de terem passado anos fazendo todo tipo de crítica ao programa, ela se diz revoltada:   “PSDB pai… O Pai que reivindica a paternidade de seu filho na certidão, mas que só aparece “pra visita” de quatro em quatro anos, à época das eleições?” Na tarde de ontem, emocionada (“amanhã o Bolsa Famíla completa 11 anos”) ela distribuiu uma carta aberta a Aécio Neves, que você pode ler, na íntegra:

CARTA ABERTA AO Sr. AÉCIO NEVES (E AO PSDB)
Escrevo essa carta direcionando-a a seu partido político, o PSDB, mas tendo o senhor como destinatário, já que atualmente o representa na disputa pelo cargo máximo da nação – a Presidência da República no Brasil.

Permita-me, antes de tudo, me apresentar. Eu trabalho para o Governo Federal há 13 anos. E isso não é ironia, é apenas uma coincidência. Fui contratada para o Governo Federal, pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, para a gestão do Bolsa Escola e, em razão da minha capacidade e contribuição técnica, fui mantida quando houve a criação do Programa Bolsa Família. E é sobre ele que eu quero falar com o senhor.

Não sou funcionária pública concursada e já ocupei os mais diversos cargos sob as mais inusitadas formas de contratação, especialmente quando prestava serviços ao MEC. Já prestei serviço como pessoa jurídica. Atuei como consultora do Pnud. Fui terceirizada e, agora, ocupo um cargo de confiança. E em todas as vezes, com alguma variação na autonomia e competência, exerci o mesmo papel, me tornando especialista na gestão e execução de programa de transferência de renda condicionada. Aliás, me refiro aqui ao que hoje é considerado o programa de transferência de renda condicionada mais bem-sucedido e conceituado do mundo.

Sr. Aécio, eu passei a integrar a equipe do Bolsa Escola (BES) em novembro de 2001, sete meses após a sua criação, e o que eu encontrei lá foi uma equipe muito determinada a fazer com que pouco dinheiro chegasse às mãos de poucas famílias. O cadastro do BES era uma vergonha: incompleto, não aceitava alterações ou atualizações cadastrais e era completamente off-line. Uma vez registradas as informações nele, elas nunca mais seriam modificadas, mesmo que uma daquelas crianças – Deus nos livre – viesse a óbito.

Com relação à identificação de seus membros, nele encontrávamos espaço para cadastrar apenas a mãe e três crianças da família, independente da quantidade de filhos/membros que vivessem sob aquele teto. Neste momento tinha início, infelizmente, uma terrível desigualdade familiar fomentada pelo Governo Federal. Ao realizar o cadastro, a mãe era obrigada a “escolher” quais seriam seus três filhos que teriam mais chances de sucesso escolar a fim de não perder mais adiante o benefício, já que seria somente dessas crianças, supostamente, cobrada a frequência escolar. E explico o porquê do supostamente: nunca conseguimos cobrar frequência escolar no BES, mas volto a falar sobre isso mais adiante.

É claro que suspeitávamos – e pude comprovar, nas vezes em que visitei famílias beneficiárias – que as demais crianças, quando havia, ficavam automaticamente “desobrigadas” da escola pelo grupo familiar. Erámos confrontados então com o seguinte cenário: 1) três crianças que eram obrigadas a frequentar as aulas para que a família não perdesse o benefício e; 2) as demais crianças que saíam para trabalhar para engrossar a renda familiar, quando não ficavam em casa.

Não serei leviana – usando um termo que o senhor emprega com certa frequência – de dizer que todas as demais crianças sempre agiam assim. Muitas famílias se empenhavam em tentar educar todas igualmente. Mas o Brasil vivia uma desigualdade social descomunal àquela época e, infelizmente, a renda trazida pelas crianças “sobressalentes” – aquelas que não eram possíveis registrar em razão da deficiência do próprio cadastro do Programa – era muito necessária para o sustento da família. Ora, se o Governo Federal não as inclui no beneficio e não controla sua frequência escolar, esse cenário era de se esperar…

Mesmo assim, o trabalho da equipe foi árduo durante todo o tempo. Fizemos mutirões de inclusão de famílias, de concessão de benefícios – processo que à época NÃO era automatizado – e muitos, muitos mutirões para “sanear” as adesões dos municípios, cuja lei obrigava ser formal. Participação social? Completamente inexistente… Muitas vezes a equipe ligava pra pedir alguma informação a um “conselheiro” designado para tal função e não foram raras as vezes em que ouvíamos: “Eu, do conselho social do Bolsa Escola? Não sei do que você esta falando, ninguém me avisou”. Nomeações à revelia, para cumprimento da lei. A ordem era: FAÇAM! INCLUAM! E RÁPIDO!

Mesmo com a determinação política do então Presidente FHC e de todo o esforço da equipe – muito competente e determinada – envolvida, nunca chegamos à casa dos cinco milhões de famílias atendidas. Foram dois anos inteiros de BES e não chegamos aos cinco milhões.
Naquele momento, o quadro, então, era o seguinte:

• No Bolsa Escola (R$ 15,00 mensais pagos por criança até um limite de três, desde que tivessem entre 7 e 15 anos – educação ): 4,7 milhões de famílias beneficiárias;

• No Bolsa Alimentação (R$ 15,00 mensais pagos por criança até um limite de três, desde que tivessem entre 0 e 6 anos – saúde): 1,6 milhão de famílias.

A verdade é que nunca houve real investimento em Programas Sociais em nosso país até ele ser dirigido por uma pessoa “do povo”. Essa é a verdade que eu vivi trabalhando pra o Governo Federal todo esse tempo. O Bolsa Escola não foi uma estratégia de combate à pobreza e muito menos de incentivo à educação no governo FHC. Nada foi além de remendos, criados às vésperas das eleições, por um governo com uma popularidade baixíssima. Poucos têm conhecimento disso, mas a alcunha de “Bolsa Esmola”, muitas vezes utilizada pelo seu partido para caracterizar o Bolsa Família, de fato, era o apelido daquele Bolsa Escola lá atrás. Aquele que sim, é filho seu.

Em 2003 teve início o primeiro mandato de Lula, eleito no ano anterior. E junto com ele passamos a ouvir pelos corredores a ideia de que o melhor mesmo seria ter um programa que atendesse toda a família. Que a olhasse como um único e indissolúvel ente, e que era isso que se desejava fomentar, auxiliar e amparar.

É claro que havia uma escolha a ser feita sobre as famílias que já estavam recebendo seus benefícios. E a decisão foi UNIFICAR os programas já existentes para, primeiro, não descontinuar os pagamentos pra gente já tão sofrida e, segundo, porque já havia a CLARA idéia de que aquelas pessoas eram mesmo parte do público que o Programa Bolsa Família deveria atender. Unificar foi o mecanismo para evitar que elas perdessem seus parcos benefícios até se adaptarem às novas regras.

Poderia ali, naquele momento, ter-se matado os programas anteriores e teria sido, confesso como técnica que ajudou a implementar o que veio depois, infinitamente menos trabalhoso.

Ao decidir pelo recurso técnico de “unificar” e não “extinguir” as bolsas para a criação do novo programa – que era, DE FATO, um Programa de Transferência de Renda com investimento político e financeiro e intenções claras e reais de combate à pobreza – o governo Lula começava a mostrar qual era sua real prioridade: o povo. Independente do “custo político” que isso pudesse ter adiante – e veja bem, não é que ele tinha razão? – a escolha foi pelos beneficiários, pensando neles.

O objetivo era claro, alcançar as famílias pobres, as excluídas por mais de 500 anos, as que nunca haviam sido, de fato, vistas por ninguém, as que nem “existiam” no mundo jurídico porque estavam alijadas até mesmo do processo de identificação de pessoas – muitas delas não tinham sequer certidão de nascimento.

E olha, quando tudo se juntou, Bolsa Escola, Bolsa Alimentação, Cadastro Único – aliás, abro um parêntese aqui para falar que precisamos, em outra oportunidade, conversar sobre ele, o que ele era quando foi criado e o que é hoje, já que senhor tem mostrado diuturnamente que não faz ideia nem do que se trata – arrumar o remendo foi doído, foi trabalhoso, foi hercúleo, quase heróico.

Caro candidato, com todo humilde conhecimento que tenho sobre o assunto, afirmo que o Bolsa Família não é, nem de longe, a continuidade de nada dos programas anteriores. Eles são completamente diferentes desde a sua concepção e, principalmente, da sua intenção para com o povo brasileiro.

O Bolsa Família olha pra todos os membros familiares e permite oferecer atendimento a todos, de acordo com suas necessidades, carências, expectativas. O Bolsa Família reconhece as capacidades dessas famílias e investe nelas. No Bolsa Família há o acompanhamento familiar pelo CRASCentro de Referência da Assistência Social. No Bolsa Família há o acompanhamento da agenda de saúde da família toda, o que inclui o acompanhamento da gestante, da nutriz, do calendário de vacinação de todas as crianças até 7 anos de idade, acompanhamento da pesagem, da suplementação de vitamina A e ferro.

No Bolsa Família, há o acompanhamento real da frequência escolar de TODAS as crianças e jovens do grupo familiar, independente da quantidade de benefícios que aquela família faz jus, assim como da quantidade de membros em idade escolar. E se não tiverem frequência adequada, de acordo com o que a Lei do Programa – aquela que senhor diz pretender criar em seus programas eleitorais, mas já existe desde 2003 – , a família toda tem os seus benefícios averiguados, bloqueados e podendo ser até suspensos. Sim, eu estou dizendo isso mesmo: se uma família tiver 15 crianças, todas as 15 devem ir pra escola e serem acompanhadas na frequência escolar. E se houver a ausência da escola não justificada de uma delas, isso pode impactar no benefício de toda família. O senhor percebe alguma diferença para o Bolsa Escola? E para que fique claro, não estamos falando de “evolução”, estamos falando de um Programa que nasceu com esse objetivo, que foi concebido assim!

Sabe o que isso nos diz? Que todas essas crianças devem ter acesso igualitário à escola, que todas devem frequentar as aulas e que todas, absolutamente todas, devem se qualificar para romper esse ciclo de pobreza que faz com que sua família precise do benefício do governo. Isso, Sr. Aécio, é investimento humano. Isso é, de fato, o que a oposição ao Programa – e aqui há um mérito gigantesco para o PSDB – chama tão jocosamente de “ensinar a pescar”. Oferecendo a todas as crianças e jovens igualdade de condições para o ensino, consequentemente, eles terão melhores oportunidades no futuro.

O Bolsa Família atende hoje mais de 14 milhões de famílias e 52 milhões de pessoas! Ele é o Programa de Transferência de Renda Condicionado mais respeitado, estudado, reverenciado, copiado no mundo todo. Constantemente recebemos aqui no Ministério corpos técnicos de alto escalão do mundo inteiro para “conhecer e aprender o que fazemos”. O Brasil, por intermédio do Bolsa Família e do que podemos hoje chamar de Cadastro Único, criou e exporta tecnologia social.

O Bolsa Família possibilitou ao Brasil cumprir a meta de Objetivos do Milênio, da ONU, para erradicação da fome e da miséria muito antes da meta estabelecida para o resto do mundo, que seria 2015.

O Bolsa Família tirou o Brasil do mapa da fome pela primeira vez desde seu descobrimento, em 1500.

E principalmente, o Bolsa Família, que já foi pra muitos fonte exclusiva de “renda”, a diferença entre ter ou não o que comer no prato, hoje é renda complementar de milhões de famílias. Talvez o Sr. não saiba – e deduzo isso pelas declarações da maioria dos seus eleitores, que, imagino, refletem o conhecimento do grande líder – mas cerca de 76% dos adultos que recebem Bolsa Família trabalham no mercado formal brasileiro, o que comprova que o valor do benefício é complementar.

E aqui eu chego ao ponto que realmente me motivou a escrever essa carta ao senhor. Em recente debate presidencial – parte do processo democrático adotado para a escolha do nosso próximo presidente do país – eu ouvi o senhor, repetidas vezes, dizer que há o DNA do PSDB no Bolsa Família, já que ele surgiu da unificação dos programas anteriores.

Senhor Aécio Neves, não há.
Não há nem de muito longe: nem na concepção, nem nas regras, nem na gestão, nem nos objetivos, muito menos na vontade política e investimentos, em nada. Simplesmente não há. Até houve a mínima tentativa, com a unificação, de se aproveitar tecnicamente algo que pudesse ser útil ao novo programa que nascia, mas foi completamente inútil o esforço. A unificação, ao final, só se mostrou mesmo eficiente para o que mais interessava: proteger as famílias da descontinuidade dos pagamentos. Não deixar faltar a comida no prato, em português bem claro – que se faz necessário para quem nunca passou por algo sequer parecido –, porque como sabemos desde sempre a fome não espera. Fome não espera implementação de programa. Não espera melhoria de gestão, não espera melhoria de sistema. Simplesmente, não espera.

Eu poderia elencar aqui ainda muitos – muitos mesmo – argumentos para mostrar que o Bolsa Família não passa nem perto daqueles programas que foram unificados lá em 2003. O Bolsa Família foi, mas forçando muito a barra, o primo que nasceu e usou, por dias, fraldas emprestadas dos seus outros mais velhos. Mas que cresceu tanto, e tão rápido, e que teve “pais” tão diferentes e responsáveis decidindo sobre sua alimentação, cuidados diários, educação e crescimento, que imediatamente se destacou ao mundo.

E ainda assim, caso o senhor insista muito em fazer qualquer relação com o que tinha no Brasil e o que temos hoje, e em requerer a paternidade do Bolsa Família – para o PSDB, que aqui eu personifico na sua pessoa para fins, com sua licença, didáticos do restante do parágrafo – eu tenho a dizer que: tome muito cuidado.

Porque se fosse declarado mesmo o pai da criança, que tipo de pai o senhor acredita que teria sido para o seu filho? Um pai que “bate” no filho no Congresso Nacional, chamando-o de fomentador de vagabundo, de gente preguiçosa? Um filho que até dias atrás era “esmola” pra quem não quisesse trabalhar? Seria um pai que nutre tamanho desconhecimento sobre seu filho ao ponto de propor pra ele regras que já existem há mais de 10 anos?

Onde o senhor esteve todo esse tempo? Onde o Senhor esteve quando precisamos aprovar modificações necessárias para o seu pleno desenvolvimento, a cada vez que precisamos apoiá-lo em seu crescimento natural? E o senhor como representante do povo no Congresso Nacional tinha todas as ferramentas para apoiá-lo e não o fez.

O Bolsa Família não tem paternidade, ele é do povo brasileiro. Mas mãe ele tem! 14 milhões de mães! Mães pobres, em sua maioria negras, antes excluídas por uma sociedade patriarcal e machista. Mulheres muito guerreiras. Algumas dessas mulheres conseguiram se livrar, inclusive, da violência doméstica por causa do Bolsa Família. Se livraram de condições de trabalho análogas à da escravidão graças ao Bolsa Família. Certa vez, lá em 2007, eu conheci uma senhora que relatou “ter se sentido mais mulher aquele mês” porque tinha sobrado dinheiro pra comprar um batom. Eu tenho certeza ABSOLUTA de que o senhor não faz a menor ideia do que isso significou pra ela. Eu mesma não sabia, até ouvir aquele relato e a alegria com que ela contava.

E eu posso passar dias inteiros contando coisas que ouvi, vi e vivi junto dessas famílias. Ou que ouvi de alguns dos 5.570 gestores municipais que “tocam” aguerridamente o Programa lá nos municípios. Essas histórias não são estatística, pois graças ao Cadastro Único que nós construímos a partir de 2005, elas têm e nós sabemos quais são: nome, sobrenome, data de nascimento, filiação. São gente de verdade!
PSDB pai… O Pai que reivindica a paternidade de seu filho na certidão, mas que só aparece “pra visita” de quatro em quatro anos, à época das eleições?

Na verdade o que eu via, até dias atrás, era o senhor e seu partido enxovalhando o nome do Programa da maneira que podia. E agora, tal qual faz “pretenso herdeiro” de pai morto, se declara parente para recolher a herança.

Mas veja bem, sr. Aécio, aqui nesse processo de “inventário”, o juiz é o povo brasileiro e ele SABE que o senhor não tem nas veias o sangue dessa família. Não tente se aproveitar de gente sofrida e das suas boas intenções. É feio, é danoso, é quase criminoso.

Não obrigue essa gente, que já tem olhos e ouvidos bem abertos; que reconhece sua autonomia pra lutar pelos seus interesses sem medo algum ter que dizer ao senhor que aqui nesse “processo”, ela não te reconhece. Porque conhecendo-as como conheço, não tenho dúvidas, elas dirão.

Sinceramente, Luciana de Oliveira.

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Heloísa Mesquista é Dilma 13 por Mais SUAS! Saiba porquê!

SOU DILMA!
Por Heloísa Mesquita
“Quem acompanha a área da assistência social e da educação, em particular, sabe o quanto de avanços tivemos  nos últimos anos, mas sabe também que muito há por avançar.
Temos responsabilidades com os avanços que desejamos.
Há muitas formas de materializar a nossa responsabilidade: uma delas é fazer a nossa parte, inclusive com nossas escolhas.
O  segundo turno das eleições traz para nós este momento de escolha. Estamos diante de dois projetos de sociedade:
– um que acha mais fácil delegar a sociedade e ao mercado atuar e deixar que as forças se equilibrem por si.
Sabemos que forças diferentes não têm como se equilibrar.
Sabemos, e a história demonstra, que se não houver decisão política a favor da população a “corda vai arrebentar do lado mais fraco”
-um outro projeto presente é o  que, a duras penas, vem resistindo  ao modelo mundial de enxugamento da máquina, privatizações e tantas outras questões que demarcam o modelo capitalista e  neoliberal e vem lutando por uma sociedade mais inclusiva invertendo a lógica que predominou por tantos anos, onde o acesso a bens e serviços existia para poucos.
Quando Aécio ironiza dizendo: “por que o PT não fez antes?”, nós sabemos porque: as decisões políticas estão em permanente tensão, resultado de  jogo de interesses presentes na sociedade. Não depende só do executivo: o legislativo tem que aprovar,o judiciário tem que opinar se for acionado, o Ministério Público questiona.
Enfim o processo democrático tem um preço. Então podemos deduzir que não será diferente agora? Penso que não, porque somado ao trâmite democrático se juntam outros fatores.
Neste sentido, entendo que  ir para o segundo turno com Aécio possibilitou que ficasse mais evidente a existência dos dois projetos.
Se o projeto da Dilma é voltado para a população historicamente menos favorecida, não é esse o projeto do outro candidato. Já tivemos um candidato que enganou a população se arvorando do direito de, em nome do povo, caçar os Marajás. Sabemos muito bem o resultado daquela falácia. Hoje temos um outro que em nome do povo vai acabar com a corrupção.
Chamando a atenção de um fato como este que de fato indigna a todos nós o candidato tenta tirar o foco das  suas verdadeiras fragilidades e compromissos que não é com o povo brasileiro.
O PSDB já demonstrou isso quando FHC governou o país e Aécio já demonstrou a afinidade com a linha neoliberal em sua gestão em Minas Gerais. Por que ele faria diferente no Brasil como um todo?
Digo que a Dilma se propõe a um novo governo mas não porque ela estará rompendo com o que já fez.
Será um novo governo porque ela fará MAIS:
MAIS Saúde
MAIS Educação
MAS Habitação
MAIS Transporte
MAIS SUAS
Agora está claro para a população a diferença e isto poderá ajudar na governabilidade que tanto dificultou que ela fizesse mais em sua primeira gestão
VAMOS de DILMA
MAIS SUAS
MAIS DILMA
MAIS BRASIL
VAMOS PARA AS RUAS DIZER QUE QUEREMOS UM BRASIL PARA TODOS.
Por isso
Queremos DILMA
Mulher que cuida do povo
Mulher que deu anos de  sua juventude para que  o Brasil pudesse viver
uma outra história .
MAIS SUAS
MAIS DILMA
MAIS BRASIL
CONTO COM VOCÊ
O BRASIL CONTA COM VOCÊ
É DILMA
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heloisamesquista

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O Estado hoje chega a todos os lugares! É prioridade alcançar os brasileiros mais distantes!

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SUAS é central para entender o amplo conjunto de avanços sociais que marcaram o país nos últimos 12 anos.
Já estão sendo atendidas anualmente pelas equipes do SUAS mais de 1,9 milhões de famílias em situação de vulnerabilidade social e pessoal, acompanhadas, assistidas e apoiadas pelos serviços da assistência social, além de encaminhadas para outros serviços e atenções. Este atendimento chega aonde está a vulnerabilidade social. O candidato tucano parece não saber disto e joga palavras e promessas ao vento.

O compromisso político do Governo Dilma sempre foi com a  construção de políticas públicas que trabalham de forma intersetorial visando combater a desigualdade social. O enfrentamento das situações de pobreza e vulnerabilidades sociais e pessoais passou a contar com uma política publica que, em todo o território nacional, protege e assiste, face a riscos e violação de direitos, as situações de pobreza e de falta de oportunidades.

Para realizar tais objetivos foi necessário um expressivo investimento em equipamentos públicos, recursos humanos, integração de serviços e benefícios, sistemas de informação, monitoramento e avaliação e, sobretudo, grande capacidade de integração com as demais políticas públicas. Compromissado com as deliberações das conferências nacionais, fortalecendo a pactuação federativa e reafirmando e potencializando a gestão compartilhada com estados, Distrito Federal e municípios, o Governo Federal fez frente a este desafio. Os avanços são expressos em inúmeros indicadores:

.    O SUAS está hoje implantado em 100% dos municípios brasileiros, contando com mais de 10 mil equipamentos públicos estatais financiados pelo governo federal, inexistentes antes de 2003. Estão em funcionamento 8.052 Centros de Referência de Assistência Social CRAS, 2.314 Centros de Referência Especializados de Assistência Social – CREAS, e 304 Centros de Referência da População em Situação de Rua – CENTRO POP.

·     O financiamento federal para o SUAS passou a operar com mecanismos automáticos de transferências de recursos fundo a fundo, ancorada em pisos, critérios e indicadores de partilha, fortalecendo a institucionalidade da política e sua construção e implementação republicana. A ampliação do financiamento federal à política de assistência social chegou a 600% acima da inflação, passando de 12 para 68,6 bilhões, no período de 2002 a 2014.

·     A evolução das equipes profissionais do SUAS em todo o país é expressiva. Com a promulgação pela Presidenta Dilma Rousseff da Lei nº 12.435, de 6 de julho de 2011, ficou autorizada a aplicação dos recursos federais para pagamento das equipes técnicas dos municípios e Distrito Federal, fortalecendo o processo de profissionalização da área. O contingente de trabalhadores, inseridos na Assistência Social já atingiu 244.691, no âmbito da gestão pública, número 77% maior que o identificado em 2005.

·     A qualificação das equipes foi objeto de atenção e priorizada. Com a institucionalização do Programa Nacional de Capacitação dos Trabalhadores do SUAS, em 2012, o governo federal está instituindo e financiando uma ampla rede de universidades federais em todo o pais para a capacitação, por ano, de cerca de 37 mil gestores, trabalhadores e conselheiros. Atendeu-se, assim a constante inquietação de Dilma Rousseff na perspectiva da oferta de serviços públicos com qualidade. O direito socioassistencial deve ser realizado por trabalhadores(as) munidos de conhecimentos e técnicas que diariamente atuam na mediação de direitos junto à população.

·     O aperfeiçoamento continuado de normativas de gestão, aprimoramento e reorientação dos serviços tem sido realizado, com o apoio ao aprimoramento da gestão dos municípios, Distrito Federal e estados. O governo federal tem apoiado as demais esferas de governo, no âmbito do SUAS, com a aplicação de recursos de R$ 638 milhões ano. Este grande investimento tem possibilitado aos entes federados na compra de veículos, na estruturação dos equipamentos públicos, no aprimoramento dos sistemas de informação e monitoramento e na aquisição de tecnologias inovadoras.

A institucionalização da política pública de Assistência Social e a efetiva oferta de serviços em todo o território nacional, expressa o compromisso com o reconhecimento de demandas e direitos e com a necessidade incontornável de enfrentar a exclusão social de milhões de brasileiros(as). Nas unidades públicas da Assistência Social – CRAS, CREAS e CentrosPop, são executados serviços de assistência social, ações como o acompanhamento familiar e iniciativas de busca ativa que fazem a diferença para a vida das pessoas. É o Estado se colocando com referência de proteção social e buscando quem tem o direito à dignidade de viver.

Com relação ao SUAS para comunidades mais distantes, muitas ações estão em pleno curso:
Além das equipes nas unidades de referência da Assistência Social, mais 1.368 equipes volantes integram os CRAS e 504 equipes de abordagem social, integram os CREAS e Centro POP, para garantir acompanhamento familiar e busca ativa, desde 2011. Essas equipes são responsáveis por fazer o Estado chegar a famílias e pessoas em situação de maior isolamento ou exclusão. Foram responsáveis pela localização e inclusão de mais de 1 milhão de novas famílias no CADÚnico, no Bolsa família e no acesso a serviços públicos como a taxa social em Energia Elétrica, Minha Casa Minha Vida, BPC, dentre dos serviços do SUAS e tantos outros direitos sociais.

Para alcançar as famílias e indivíduos inseridas nas comunidades tradicionais e ribeirinhas da Região Amazônica e Pantanal o governo federal desenvolveu, no âmbito do SUAS, projetos de mobilidade nas mais diferentes e específicas regiões do país. Em conjunto com a Marinha do Brasil projetou a iniciativa das Lanchas da Assistência Social que eram impensáveis antes, mas hoje possibilitam garantir às famílias ribeirinhas e de comunidades distantes, o acesso ao direito socioassistencial. 123 lanchas já foram doadas aos municípios integrantes destas regiões do país. Com o financiamento da Assistência Social é possível, nas diversas regiões, a aquisição de diferentes formas de equipamentos para a mobilidade como veículos especiais, de modo a chegar a todos os brasileiros.

O que temos pela frente com MAIS SUAS como compromisso social:
a consolidação do SUAS com a expansão de seus serviços com qualidade, a garantia de universalidade da oferta do BPC e PBF e do acompanhamento dos seus beneficiários, assim como do continuo aprimoramento da gestão descentralizada, federativa e participativa.

A consolidação do SUAS é um pilar básico de uma sociedade solidária e justa. O PG de Aécio não trabalha a universalização e nós propomos universalizar sempre a oferta.

A responsabilidade da política de Assistência Social, por meio do Sistema Único, implica em ofertas de serviços de proteção social para aqueles em situação de necessidade ou em risco de abandono, de isolamento, de violências e de falta de projetos pessoais ou perspectivas de autonomia.

A Assistência Social deve ainda ampliar suas ofertas em integração com as políticas de educação, saúde, trabalho, de modo a permitir o acesso aos direitos sociais básicos e a ampliação de oportunidades às familias pobres e marcadas por vulnerabilidades.  E, em conjunto com o sistema de garantia de direitos, efetivar a proteção a públicos em situação de violação de direitos.

A Garantia de presença das equipes da Assistência Social nos territórios com alto índice de violência, pobreza e de desproteção social, incluindo áreas rurais, áreas de fronteira e territórios de povos e comunidades tradicionais, será alcançada com ampliação de equipes volantes, serviços especializados e equipamentos específicos como os CRAS indígenas e quilombos.
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