Carta aos trabalhadores do SUAS: Não ao primeiro damismo! 

A Volta Do Primeiro Damismo

Trabalhadores/as do SUAS,

Não bastassem as propostas de redução da maioridade penal que criminaliza a pobreza e a redução do papel do Estado que implica em corte de investimentos nas políticas sociais, estamos agora sob a ameaça do retorno ao assistencialismo e ao primeiro damismo.

Ao ouvir no último debate o candidato à presidência tucano defender convictamente o trabalho não remunerado de sua irmã diante de mazelas sociais no estado de minas gerais fiquei perplexa e indignada.

Depois de anos de luta para materializar o conteúdo da LOAS com a criação e expansão das unidades de proteção social CRAS e CREAS, profissionalização da Assistência Social com definição das equipes de referência dos serviços socioassistenciais, conseguindo que o SUAS se transformasse em lei, temos que ouvir um candidato defender o assistencialismo e enaltecer o trabalho de sua irmã que atuava como a primeira dama no estado.

Como se já não tivéssemos superado os anos FHC que desrespeitaram o Comando Único Da Assistência Social com o programa comunidade solidária e o boicote ao controle social impedindo a realização das conferências nacionais, maior fórum de deliberação da Política de Assistência Social, teremos agora o retorno ao primeiro damismo.

Trabalhadores do SUAS! Reflitam sobre isso e não vamos permitir esse retrocesso! Saudações

Ana Tojal
Assistente Social da Secretaria de Estado de Alagoas. Professora do Curso de Serviço Social – Ceasmac. Conselheira do Cmas – Maceió – Representando a CUT. Membro do FETSUAS / AL.Diretora da FENAS/Alagoas

 ANA TOJAL

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Maria Angela Pereira defende sociedade inclusiva com Dilma!

“Entendo que essa ‘overdose’ que vem ocorrendo hoje – no nosso caso, de informação e debate- , fez com que a sociedade brasileira retomasse o rumo de sua história de envolvimento e participação política.
Entendo, também, que no processo de consolidação democrática há apenas dois caminhos: ou se está do lado da busca incessante de uma sociedade inclusiva, igualitária, justa, que luta pela igualdade de direitos, abomina o preconceito, se regozija com a melhoria das condições de vida das pessoas que nunca tiveram acesso a bens e serviços sociais, fica feliz com a diminuição do fosso existente entre as classes sociais.
Ou então se está do lado da intolerância, do combate à inclusão social, do       ” quanto pior, melhor”, do medo da perca de privilégios e regalias, da perca do poder ( econômico, político…), do medo de conviver com a igualdade social, do lado do Estado Mínimo.
São dois projetos políticos deferentes. E divergentes. No cenário político eleitoral de 2014, acirram-se os debates.

DIA 26/10 VAMOS DECIDIR QUEM PRESIDE O PAÍS POR 4 ANOS.
EU FICO COM O PROJETO DA SOCIEDADE INCLUSIVA, IGUALITÁRIA, JUSTA! EU CONTINUO COM DILMA 13!
EU FICO COM A AMPLIAÇÃO, APROFUNDAMENTO E APRIMORAMENTO DOS PROGRAMAS SOCIAIS QUE LULA E DILMA IMPLANTARAM E CONDUZEM, COM PARTICIPAÇÃO POPULAR, OBTENDO RESULTADOS MUNDIALMENTE ACLAMADOS. SÃO MILHÕES DE PESSOAS QUE SAÍRAM DA MISÉRIA E FORAM ALÇADAS À CLASSE C!

EU FICO COM MAIS SUAS!!!!!

EU FICO COM DILMA 13!!!!
MARIA ANGELA
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Vamos Erradicar o Trabalho Infantil! Por Mais Dilma, Mais SUAS contra esta violência social!

Acelerar a Erradicação o Trabalho Infantil é meta prioritária do Governo Dilma

Mas isso não é discurso eleitoral. Enquanto o candidato tucano acena para a “reorganização do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil“, o Governo Dilma mostra resultados concretos que fazem a diferença na vida de milhões de crianças e adolescentes!

É preciso que se diga que em 2003, ao contrário do que vem sendo alardeado pelo candidato Aécio, o Governo Lula recebeu o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil – PETI desorganizado e extremamente frágil sob todos os aspectos: de gestão, de metodologia e de resultados.

O combate ao trabalho infantil foi muito fortalecido na condição de prioridade e com uma profunda alteração de concepção e metodologia. Só assim as marcas desta violência caíram no Brasil, como atestam as pesquisas e a vida destas crianças e adolescentes.

O Governo Dilma aprimorou o PETI e fez mais. A Erradicação do Trabalho Infantil agora está em Lei. Na época de FHC ele existia apenas em uma Portaria, objeto constante de questionamento dos órgãos de controle como o Tribunal de Contas.

Como prioridade nacional, a questão do trabalho infantil tem se consolidado em políticas públicas em contínuo aprimoramento e com impactos positivos na redução anual dos indicadores nacionais.

Hoje a realidade do trabalho infantil é bastante diferente de anos anteriores, exigindo compromissos específicos face a certos territórios e públicos, o que vem sendo feito em um amplo processo público de redesenho da estratégia de combate ao trabalho infantil.

O que significa isto?

Significa dizer que as ações estratégicas do PETI
– organizam, de forma intersetorial, a intensificação da busca ativa pelas equipes volantes, serviço especializado de abordagem social articulado com os agentes comunitários de saúde,  para identificação e registro no Cadastro Único,
– priorizam o público adolescente, parte expressiva dele com renda acima da renda do Cadastro Único e
– incrementam as ações de transferência de renda e de fiscalização do trabalho, a  garantia e a inserção prioritária na escola de tempo integral, bem como a oferta de formação profissional.

Além disso, são garantidos o acompanhamento das crianças e adolescentes pelas equipes dos serviços de convivência e fortalecimento de vínculos, presentes em mais de cinco mil municípios brasileiro e o acompanhamento de suas famílias pelos CRAS e CREAS, bem como o acesso a oportunidades de capacitação e fortalecimento de sua inserção produtiva.

O quadro desta infeliz realidade hoje é bastante diferente do passado, e continua a exigir compromisso prioritário, com um amplo processo público, de redesenho do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil – PETI. Os governos do PT tem colocado prioridade absoluta no combate ao trabalho infantil, que impactaram positivamente na redução anual dos indicadores nacionais.

Comparado a 1996, observamos a redução de 53% no número de crianças de 5 a 15 anos no trabalho infantil. Segundo a PNAD havia, em 2013, 1,2 milhão de crianças de 5 a 15 anos no trabalho infantil (o que representa 3,7% do total de crianças nesta faixa etária), sendo a maioria (60%) com idades entre 14 e 15 anos e apenas 0,5% (61 mil) com até nove anos. Merece destaque ainda que 92% estava na frequentando escola.

Os desafios são muitos e não são considerados na proposta de governo de Aécio Neves, que são palavras vazias de conteúdo!

É preciso sempre mais fortalecer novas estratégias integradas e articuladas potencializando  a a inserção prioritária das crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil em escolas de tempo integral integradas  com os Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos , bem como nas ações de formação profissional, além de fortalecer as políticas de prevenção como ações de mobilização da população para o entendimento do trabalho infantil e de seus riscos.

 peti

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Cida Ramos É Mais DILMA! Por Mais SUAS e Cidadania!

Presidente do Fórum de Secretários de Estados de Assistência Social, atualmente Secretária de Estado de Assistência Social da Paraíba, pesquisadora e Professora da Universidade Federal da Paraíba, Aparecida Ramos de Menezes confirma seu voto em Dilma! Defende o SUAS e a importância do sistema de proteção social para milhões de brasileiros!
É MAIS SUAS! É Dilma! Não podemos retroceder! Vote certo pelo povo brasileiro!
CIDA RAMOS
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Simone Albuquerque afirma: é importante olhar para o retrovisor quando se projeta uma agenda de futuro para a nação

A importância do retrovisor para uma agenda de futuro para a nação

Segundo o dicionário Aurélio, retrovisor “é um espelho encontrado no exterior de veículos automotivos para auxiliar o motorista a enxergar áreas para trás e para os lados do veículo. Do lado de fora da visão periférica do condutor (o chamado ponto cego do condutor) de modo a proporcionar um campo de visão adequado aos motoristas de diferentes alturas e posições quando sentadas.”

Olhar no retrovisor é se responsabilizar com quem está atrás, com quem vem construindo um caminho com você!

Todos são corresponsáveis pelo trajeto.

Sinalizar para quem está atrás é deixar claro sua direção.

Não olhar para o retrovisor é um ato inconsequente.

Na visão periférica você alcança os mais vulneráveis, aqueles em situação de risco social, pessoal. Ali podem estar os pedestres, os ciclistas, as crianças, os adolescentes, os jovens, as pessoas idosas, as pessoas com deficiências, as pessoas em situação de rua, os catadores de materiais recicláveis, os trabalhadores e trabalhadoras da nossa nação.

Voto no farol aceso por Dilma! Nele não está contido um olhar indiferente.

Só olha para frente quem também olha pelo retrovisor.

Simone Albuquerque – Gestora e trabalhadora do SUAS.

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Assistentes Sociais com Dilma!

A Federação Nacional de Assistentes SociaisFENAS, rejeita o silêncio e declara sua posição, tendo em vista a sua responsabilidade na condição de defesa dos trabalhadores sociais!
Leia abaixo. Comprometa-se também! Agora é a hora!
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Investimento midiático mascara situação educacional em MG, afirma CRESS MG

Fonte: www.cress-mg.org.br

O PSDB (…) “realiza um pesado investimento midiático para mascarar a situação educacional no estado. O mesmo Partido que defende a redução da maioridade penal moralizando, individualizando e penalizando ainda mais os pobres, o que representa uma exacerbada política de segurança em detrimento da educação.

Sem falarmos da clara posição em favor da privatização do Estado, promovendo uma política entreguista do patrimônio público à iniciativa privada, que recebe o pomposo nome de “choque de gestão”.

O resultado desta opção política é um profundo processo de mercantilização dos direitos sociais e empobrecimento da classe trabalhadora.”

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Senadora Eleita pelo RN está com Dilma e por Mais SUAS!

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 “Assim como lutei pela educação, sendo uma articuladora do novo PNE e do Piso Salarial do professor, pela Saúde mais 10, pelas 30 horas dos profissionais da enfermagem,  pelo Piso Salarial dos ACS e ACE, agora como Senadora colocarei o meu mandato em defesa da consolidação e fortalecimento do SUAS, que representa a efetivação dos direitos de cidadania e de inclusão social. Lutar pelo SUAS é trabalhar por um Brasil igualitário.”

Fátima Bezerra – Senadora eleita pelo Estado do Rio Grande do Norte

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PSDB não cumpre acordos com Assistentes Sociais

Fonte: www.cress-mg.org.br

(…) Afirmamos que o projeto defendido pelo PSDB e seu candidato Aécio Neves representa o acúmulo das forças políticas mais conservadoras do Brasil. Aécio que conhecemos bem, porque este governou nosso estado durante longos 8 anos, estando também muito presente e em igual período quando foi sucedido por seu ex-vice governador, mesmo sendo notório que possuía residência fixa no Rio de Janeiro, dentre outras inúmeras questões.

O projeto do PSDB, que nada tem de “social democracia”, possui uma clara vinculação com grupos financeiros imperialistas, com o agronegócio que impede a realização de uma reforma agrária, com as práticas de criminalização dos movimentos sociais, com o desrespeito aos direitos dos trabalhadores e com o desprezo à educação e seus profissionais – em Minas Gerais, o PSDB foi incapaz sequer de que pagar o piso mínimo salarial para eles. Lembramos que o PSDB também não cumpriu o compromisso firmado com o CRESS-MG, de que todos os concursos públicos estaduais para o cargo de assistente social, a partir de 2012, seriam realizados com a carga horária de 30 horas semanais, cumprindo a Lei das 30 Horas da/o Assistente Social.

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Renato de Paula é Mais Dilma! É mais SUAS

“Voto em Dilma porque não podemos permitir que a luta contra a injustiça social e as desigualdades tenham retrocessos. Voto em Dilma porque a educação pública, gratuita e de qualidade precisa continuar sendo construída em nosso país.” (Renato de Paula)

A luta por Mais SUAS, o apoio à Dilma aumenta a cada dia! A hora é agora!
É Dilma 13!

renato

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