Contra fato, não há argumento: todos na luta pelo SUAS!

 

Apesar das tentativas de confundir, manipular e tentar explicar o inexplicável, é o quadro abaixo que o MDS, a SNAS tem que esclarecer para a população de usuários, trabalhadores, gestores e entidades do SUAS.

Não tem conversa e nem mimimi: é responsabilidade deste governo golpista e seus representantes ministros, secretários(as), assessores(as), diretores(as) garantir a existência do SUAS. É dever do Estado!

Todos na luta: baixe o quadro abaixo e espalhe por whatsapp e nas suas redes sociais. O SUAS está por um fio para o desmonte total!

Compartilhe! Reaja! Faça a sua parte! A Luta é de todos!

O quadro é a atualização do Manifesto Nacional: clique aqui para o quadro em pdf. 

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“Quem apoia esse governo está apoiando a fome e a morte do povo brasileiro” (Gleisi Hoffmann)

Fonte: https://www.facebook.com/gleisi.hoffmann/

Em pronunciamento na sessão plenária do Senado nesta terça-feira, Gleisi responsabilizou senadores da base de Temer por um ano e meio de destruição do País, provocada por um governo ilegítimo, que só sacrifica os pobres, corta investimentos sociais e beneficia a elite branca do País: “Para cada pessoa que passa fome no Brasil, para cada universidade que não consegue pagar suas contas e para cada centavo que deixa de ser investido, essa Casa tem responsabilidade”.

Sobre os cortes gigantescos no orçamento da Assistência Social e Segurança Alimentar, Gleisi perguntou: “os senhores teriam coragem de cortar seus salários em 90%? Se passassem um pouco de fome, talvez, não atuassem aqui do jeito que atuam e aprendessem a não dar sustentação a esse governo”.

Confira a íntegra pronunciamento corajoso da senadora:

 

 

Compartilhe! Reaja! Lute pelo SUAS! #FORATEMER #FORAGOLPISTAS

http://bit.ly/2xcpYc9

 

Gestores Estaduais e Municipais de Assistência Social na luta pelo SUAS!

                                      

 

O ORÇAMENTO PARA A ASSISTÊNCIA SOCIAL ROMPE COM O PACTO FEDERATIVO E INVIABILIZA O SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

GESTORES EM DEFESA DO ORÇAMENTO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL

O Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social – CONGEMAS e o Fórum Nacional de Secretários Estaduais de Assistência Social – FONSEAS, instâncias de representação dos municípios, Distrito Federal e estados do Brasil, nas instâncias de pactuação e deliberação da política de Assistência Social, especialmente na Comissão Intergestora Tripartite – CIT, vem a público manifestar posição contrária ao orçamento até então previsto para a Assistência Social e reivindicar sua plena recomposição, conforme Resolução nº 12/17 do Conselho Nacional de Assistência Social.

As políticas sociais implantadas na última década têm impactado positivamente no desenvolvimento humano dos municípios, para o enfrentamento da desigualdade social histórica, da pobreza e outras violações de direitos, que atingem a população mais vulnerável. Assim, a redução das políticas sociais distributivas e protetivas representa uma ameaça real às conquistas sociais, um retrocesso, em total desacordo com os princípios do Estado Democrático de Direito.

O Sistema Único de Assistência Social – SUAS foi construído desde 2004 num compromisso republicano nacional de implantação de uma das maiores redes pública estatal de serviços, programas, projetos e benefícios do mundo, um legado da nossa democracia recente. O pacto social e federativo no SUAS ampliou a proteção social, impactou na redução da pobreza, do trabalho infantil e outras expressões de desigualdade, vulnerabilidade e riscos sociais agravados pela desproteção dos territórios.

Mesmo os municípios com baixa capacidade de arrecadação aderiram ao SUAS, implantaram unidades públicas territorializadas para a provisão de proteção social, por meio dos Centros de Referência de Assistência Social – CRAS, dos Centros de Referência Especializados – CREAS, dos Centros de Referência para População em Situação de Rua – Centro POP. Os municípios, estados e Distrito Federal reordenaram serviços, como os de acolhimento institucional, adequaram estruturas e desenvolveram funções de gestão, visando a qualidade dos serviços prestados, a universalização dos acessos, a inserção da população no Programa Bolsa Família e nos benefícios socioasssitenciais, assim como nas demais políticas públicas. Trata-se de uma rede que protege e acompanha pessoas em situação de violência, em situação de rua; adolescentes em cumprimento de ato infracional. São mais de 30 milhões de famílias referenciadas nos mais de 8 mil CRAS e CREAS, mais de 160 mil pessoas protegidas nos acolhimentos (crianças e adolescentes e jovens; pessoa adulta com deficiência; adultos e famílias; mulheres em situação de violência; e pessoas idosas), milhares de atendimentos diários em todas as cidades brasileiras.

O congelamento de recursos pelos próximos 20 anos, pelo novo Regime Fiscal, e a proposta de orçamento para 2017 colocam em risco o SUAS, ameaçam a própria população pela desproteção social que será gerada, com ampliação da pobreza, da fome, das violências. Desde 2004 o governo federal vinha cumprindo todas as regras pactuadas no cofinanciamento dos serviços, benefícios, programas e projetos socioassistenciais, oferecendo, inclusive, suporte, apoio técnico e segurança normativo-jurídica aos demais entes federados. Mesmo num cenário de crise, com algumas dificuldades na regularidade do repasse dos recursos financeiros, até o momento, não houve retrocesso no orçamento federal destinado à estruturação e manutenção do SUAS, considerando que em 2017 o orçamento da União chegou a R$ 51,9 bilhões.

Como explicar que para 2018 a proposta orçamentária encaminhada à Câmara Federal traz um valor simbólico de R$ 78 Milhões de reais, além do corte de 11% anunciado para o Programa Bolsa Família? Trata-se de uma proposta totalmente irracional, frente ao tamanho da assistência social pública em funcionamento em todo o país e das obrigações Constitucionais. Apesar das justificativas apresentadas durante a reunião da CIT, ocorrida no dia 06 de setembro, pelos representantes do governo federal, quanto aos motivos para a não inserção de orçamento no sistema, o fato é que esse montante, sugerido pelo Ministério do Planejamento no corpo da LEI ORÇAMENTÁRIA, revela o descaso do governo federal com os pactos firmados entre os entes federados, nos termos da Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS quando da incorporação do SUAS como modelo de proteção social, considerando, ainda, o II Plano Decenal de Assistência Social. Tal definição fragiliza a relação de confiança que se estabeleceu no processo de compartilhamento de responsabilidades, lançando insegurança e incertezas aos gestores e toda a rede socioassistencial quanto às possibilidades de funcionamento do SUAS.

Diante deste cenário de perplexidade, o CONGEMAS e o FONSEAS manifestam publicamente as preocupações com a manutenção do SUAS, reivindicam ao executivo federal a imediata recomposição do orçamento federal para o custeio do SUAS. Do mesmo modo, propõe-se uma ampla mobilização junto ao poder legislativo federal, no sentido de assegurar a proposta orçamentária da União para a assistência social no valor de R$59 bilhões de reais, conforme aprovado pelo Conselho Nacional de Assistência Social, órgão superior, deliberativo e fiscalizador da política em âmbito nacional.

Os gestores do CONGEMAS e do FONSEAS reafirmam a necessidade de se restabelecer o modelo descentralizado e participativo construído no SUAS, a prática republicana; de garantir recursos necessários para a manutenção da rede de serviços estatais públicos em todo o Brasil e dos benefícios socioassistenciais para a população mais vulnerável e em risco. O que reivindicamos, em nome dos municípios, estados e Distrito Federal, é o restabelecimento do pacto social por um país mais justo, democrático e igualitário.

Brasília, 13 de setembro de 2017.

Josbertini Virginio Clementino Presidente do Fonseas
Vanda Anselmo Braga dos Santos Presidente do Congemas

Baixe Aqui o Documento e Compartilhe:

NOTA DO CONGEMAS E FONSEAS

por maissuas Postado em Post

Assistentes Sociais se posicionam a favor do SUAS!

 

Assistentes sociais reunid@s no 46º Encontro Nacional do Conselho Federal e  Conselhos Regionais de Serviço Social (CFESS e CRESS) realizado entre os dias 7 e 10 de setembro manifestam em nota pública o repúdio ao orçamento 2018 da Assistência Social.

Leia:

MOÇÃO DE REPÚDIO À SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E AO MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO

As/Os assistentes sociais reunidas/os no 46º Encontro Nacional do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais de Serviço Social (CFESS e CRESS), em Brasília (DF), entre os dias 7 e 10 de setembro, repudiam o orçamento definido para a política de assistência social, pelo governo Temer e a Secretaria Nacional de Assistência Social, que rompe com as bases estruturantes do Sistema Único de Assistência Social (Suas). O governo golpista tem rompido com as bases estruturantes do Sistema Único de Assistência Social, especialmente:

• na descontinuidade dos repasses de recursos;

• no descumprimento do comando único;

• na implantação de programas pontuais voluntaristas, como o Programa Criança Feliz;

• na aplicação do congelamento dos recursos para a plena universalização de serviços e benefícios;

• no descumprimento das responsabilidades reguladas pelas instâncias do Suas;

• no aprofundamento da precarização das condições de trabalho dos mais de 600 mil trabalhadores/as;

• na descontinuidade dos serviços estatais.

Ademais, outros retrocessos ameaçam a política pública de assistência social, como o desrespeito à aprovação da Resolução n° 12/2017 do Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), que definia o orçamento de 59 bilhões para 2018, o qual o Ministério de Planejamento reduziu para aproximadamente 400 milhões de reais, o que revela a decisão de desmonte do Suas no Brasil. Apresentamos nosso repúdio a todo esse desmonte e reiteramos nossas defesas pela seguridade e assistência social e por nenhum direito a menos.

Brasília (DF), 9 de setembro de 2017.

Fonte: http://www.cfess.org.br/js/library/pdfjs/web/viewer.html?pdf=/arquivos/1Mocao-repudio-SUAS-revisada.pdf

por maissuas Postado em Post

LUTA NACIONAL EM DEFESA DO SUAS. ASSINE E COMPARTILHE O MANIFESTO!

Lançado Manifesto Nacional contra o golpe do Governo Federal no SUAS!

Compartilhe com todos!
Lute pelo SUAS!
Faça este debate nas Conferências Estaduais!
Discuta no âmbito das unidades do SUAS!
Avalie no Conselho Municipal, nos Fóruns!
Assine: comunicacao@cresspr.org.br

A LUTA É DE TODOS NÓS: Reaja!

CONHEÇA O MANIFESTO. Baixe aqui: 

MANIFESTO NACIONAL CONTRA O GOLPE NO SUAS


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

por maissuas Postado em Post

Psicólogos se posicionam a favor do SUAS!

Fonte: http://site.cfp.org.br/o-suas-fica/

O SUAS fica!

Proposta orçamentária apresentada pelo governo federal para 2018 representa fim dos equipamentos, serviços, programas e benefícios da assistência social

O Conselho Federal de Psicologia (CFP), por meio da Comissão Nacional de Psicologia na Assistência Social (Conpas), diante do compromisso com as políticas públicas de garantia de direitos das cidadãs e cidadãos brasileiros, vem a público manifestar-se contra a retirada de recursos para custeio dos serviços públicos de Assistência Social. Em 6 de setembro, durante reunião da Comissão Intergestora Tripartite (CIT) da Política Nacional de Assistência Social, realizada em Brasília, o Ministério do Planejamento apresentou proposta de orçamento da Assistência Social para 2018 de apenas R$ 78 milhões.

Essa redução drástica significa, na prática, a inviabilização do funcionamento dos equipamentos, serviços, programas e benefícios da assistência social. Cabe ressaltar que, em julho deste ano, o Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS) havia aprovado Proposta Orçamentária da Assistência Social para 2018 no valor de R$ 59 bilhões (Resolução nº.12/2017) para manter os serviços existentes e buscar o aumento de cobertura previsto no II Plano Decenal de Assistência Social, deliberado na última Conferência Nacional de Assistência Social.

Essa definição orçamentária representa uma afronta direta e sem precedentes ao legado que o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) tem proporcionado na atenção e no acesso da população em situação de desproteção social às seguranças de renda, acolhida e convivência familiar e comunitária. O atual governo ao cortar drasticamente o orçamento do SUAS retira qualquer possibilidade de o sistema seguir funcionando.

É assustadora a velocidade com que vem sendo efetuado o aviltamento dos direitos conquistados pela população brasileira. Estamos diante de um Ministério do Desenvolvimento Social que não assume o compromisso da assistência social como dever do Estado. A Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS), nesse cenário, mostra-se frágil politicamente para cumprir sua tarefa de defesa da manutenção e ampliação do SUAS.

O momento exige a intensificação das manifestações em defesa do aumento real do financiamento, por parte das três esferas de governo, para Assistência Social, mediante vinculação de recursos da seguridade social, conforme deliberado na V Conferência Nacional, para os Fundos de Assistência Social. Além disso, sustentamos a importância do rompimento da cultura de destinação de emendas parlamentares como meios de financiamento paralelo, que ferem a primazia do comando único pautado na Política Nacional de Assistência Social e retrocedem aos tempos de clientelismo político eleitoreiro, anteriores à criação do SUAS.

Os serviços públicos ofertados nos Centros de Referência da Assistência Social (Cras), nos Centros de Referência Especializados da Assistência Social (Creas), nos Centros de Referência da População de Rua (Centro POP), nas entidades socioassistenciais vinculadas ao SUAS, nas unidades da Proteção Social de Alta Complexidade, assim como os benefícios de garantia de renda e dignidade humana – como o Bolsa Família e o Benefício da Prestação Continuada (BPC) – são patrimônio do povo brasileiro e não podem ser achincalhados com um orçamento que inviabilize a continuidade deste sistema de proteção social.

Diante deste cenário de perdas de direitos, a Psicologia, mais uma vez, precisa se colocar publicamente em defesa da Lei Orgânica de Assistência Social (Loas) – Lei Federal nº 8.742/1993. Por isso, aproveitando as etapas estaduais das Conferências de Assistência Social, o Conselho Federal de Psicologia conclama psicólogas e psicólogos que atuam no SUAS a se posicionarem contra o grave corte orçamentário para a área. A articulação em unidade com as demais categorias de profissionais que constroem o SUAS, bem como com as usuárias e usuários do sistema, é o caminho para a resistência.

Nenhum direito a menos!
Pelo SUAS, por mais SUAS, pela garantia de direitos!
Psicologia na defesa do SUAS!

 

CNAS: O GOVERNO DESRESPEITOU SUA DELIBERAÇÃO. E AGORA?                                                                                            

O Conselho Nacional de Assistência Social – CNAS reúne-se hoje e amanhã, dias 12 e 13 de setembro, com todos os Conselhos Estaduais do país para discutir sobre o processo das conferências de 2017 na Reunião Trimestral.

Diante do flagrante desrespeito à deliberação do CNAS quanto à Resolução No. 12/2017 – Proposta Orçamentária de 2018, qual será a reação das instâncias de controle social do SUAS? Como vamos vivenciar as Conferências Estaduais e a Conferência Nacional com a evidente crise na qual vive o SUAS?

O CNAS vem se posicionando na defesa do SUAS e precisa resistir às investidas do (des)Governo Temer contra a Assistência Social!

A expectativa é que o CNAS, como instância de controle social do SUAS, avalie e debata a atual situação e delibere junto aos Conselhos Estaduais ações e encaminhamentos em defesa do SUAS. Não se espera nada menos: não é possível que o controle social deixe barato tanto descalabro com o SUAS!

#defendaosuas  #foragolpistas #suasresiste #reajacnas

Prezada Marcela: Na dor da fome, não há Criança Feliz

Por Leticia Bartholo

Prezada Marcela,

Tudo bem? Curtiu o 7 de setembro? Qual parte do desfile você gostou mais? Ah, dos caras bonitões de farda? Certo, gosto também… Mas não é sobre isso que queria lhe falar, não. É sobre outra coisa, um pouco mais importante.

Deixa eu dizer: Você virou embaixadora de um programa chamado Criança Feliz, aquele que propõe visita de técnicos a mães pobres, pra lhes orientar a cuidar dos filhos, não é?

Então, bem antes de vocês criarem esse programa, o Estado brasileiro tem tentado se organizar para o atendimento aos mais pobres. Lá em 2003 criaram o Bolsa Família e, desde de2005, etruturam o chamado Sistema Único de Assistência Social, que é para atender os mais vulneráveis. É uma busca pra que essas pessoas possam contar coma assistência do Estado.

Em geral, elas vão a um CRAS (que é um equipamento da Assistência Social), fazem sua inscrição no Cadastro Único e aí, a depender do grau de pobreza, tem acesso ao Bolsa Família e a outros benefícios. E, a depender das outras situações que lhes dificultam muito a vida, acessam alguns serviços: tem serviço pra quem é vítima de violência, inclusive sexual; tem serviço de combate ao trabalho infantil; tem serviço pra pessoas em situação de rua e por aí vai…

Bota no Google: “Sistema Único de Assistência Social – Serviços”. Bota assim mesmo, entre aspas, pro resultado vir mais específico. Dá uma olhada lá.

Então, Marcela, eu queria lhe dizer que seu marido passou a faca no orçamento da Assistência Social para 2018.  Mas passou não foi aquela faquinha de comer peixe em jantar chique não, passou foi uma peixeira daquelas que cortam pescoço. Com o orçamento proposto, tem que cortar mais de 1 milhão de famílias do Bolsa Família. E sabe os serviços que você buscou aí no Google? Então, eles acabam. Vão pro cemitério junto com o orçamento da segurança alimentar.

Autor: Pxeira

Aquela criança pobre vai perder o Bolsa Família, dinheirinho que é usado pra que ela se alimente e possa ir à escola. Pra quem sabe romper com a sina da miséria que por gerações marca a história de sua família.

A mulher pobre e grávida, vitimada por violência sexual, vai ter o bebê sozinha, sem o Bolsa Família e sem o amparo de alguém do Estado, ou nenhum lugar que possa acolhê-la. Aí vai pra rua tomar jato d´água do Dória…

Aí me diga: acha mesmo que a visita que você propõe no Criança Feliz vai adiantar alguma coisa nesse contexto?

Pobre, Marcela, precisa do Estado, e muito. Mas precia, antes das visitas, de poder comer. Poder sonhar. poder acreditar que a pobreza não é algo intransitório.

E criança que não come, Marcela, perde a capacidade cognitiva. Deixa eu ser mais simples: criança que não come vai ficando burrinha mesmo. Não é porque é pobre, não. É porque o cérebro não se desenvolve em toda a sua capacidade sem comida e sem estímulos.

E não adianta montar mil voluntariados de distribuição de sopa no natal, nem mandar alguém ir na casa dos pobres dar o ombro para eles chorarem. Eles precisam de segurança de renda. De ampliação da autonomia. Precisam do Estado.Resumindo, prezada, avisa pro maridão tirar grana do raio que o parta! Quer uma dica? Tem R$ 70 bi de desoneraçao dando sopa. E, se não quiser tirar daí, que tire dos banqueiros, dos empresários, do Joesley, do Geddel, ou da escola do Michelzinho, como queira. Mas que devolva cada centavo do orçamento de combate à pobreza. Porque, na dor miserável da fome, Marcela, não há Criança Feliz.

Fonte: https://www.xapuri.info/direitos-humanos/marcela-fome-nao-crianca-feliz/

O SUAS ENTRE PALAVRAS VAZIAS E CONTAS QUEBRADAS

O vazio do compromisso do (des) governo ForaTemer com a Assistência Social é público, notório, mas é coerente com um tipo de projeto político e gestão, que tem como meta o achaque aos direitos sociais. É importante afirmar que a falta de compromisso já comprovada da gestão Ministro Osmar Terra, do MDS, é a marca do governo golpista: o MDS hoje uma instituição cheia de superposições, penduricalhos de ações, centralista, que não respeita a PNAS, a gestão compartilhada, sociedade civil, seus debates e deliberações.

São muitos os exemplos deste descompromisso.

No XIX Encontro Nacional dos Gestores Municipais de Assistência Social (CONGEMAS), ocorrido em junho de 2017, em Porto Seguro – BA, a Secretaria Nacional de Assistência Social – SNAS, por meio da Secretária Maria do Carmo, assumiu publicamente o compromisso com a “preservação da política pública da Assistência Social” e com a expansão do SUAS.

Entretanto o MDS/SNAS não sustenta o Orçamento para 2018 proposto pela própria Secretária em sua apresentação no evento traduzida em Carta Aberta aos gestores que foi panfletado pelos seus diretores, coordenadores gerais e técnicos da SNAS naquela ocasião.

No evento do CONGEMAS, em junho de 2017, a Carta Aberta da Secretária Nacional menciona a manutenção do orçamento, além de apontar para uma “grande” expansão da rede socioassistencial para os anos de 2017 e 2018, garantir o empenho para a ampliação da cobertura, o reajuste de valores de repasse, a extensão do cofinanciamento, o crescimento da rede socioassistencial, entre outras promessas vazias…

As contas quebradas (apenas um pouco mais de 15% do orçamento da proteção social básica em 2017 foi liquidado em contraposição aos 30% do Criança Feliz!) e o orçamento proposto pelo Ministério do Planejamento (R$78milhões) são bons indicadores da gestão da Assistência Social hoje no governo federal.

No estágio atual, a conclusão é simples e grave:

– Dos 59 bilhões do FNAS, o valor deR$ 3Bilhões seriam para a rede socioassitencial e gestão, isso significaria só 5% do valor total do financiamento do SUAS;

– A disponibilidade de R$78 milhões indica que só serão executados 2,6% dos valores previstos (3 bi). Se calcularmos o valor a ser executado (78 bilhões) em comparação ao montante previsto para o SUAS (59 bilhões) os míseros 78 milhões correspondem a 0,13 %;

– A estrutura de gestão e serviços do SUAS terá o financiamento de 0,13 % do montante previsto no Fundo. Ou seja, a previsão agora sequer chega a 0,2%.

É preciso debater sobre esta impensável condição do SUAS nas Conferências Estaduais e na Conferência Nacional. Estas Conferências

tem o compromisso de avaliar o caos instalado desde 2016 por este governo golpista! E lutar incessantemente para garantir o direito socioassistencial.

Defenda o SUAS!! Fora golpistas!!!

#defendaoSUAS #nenhumdireitoamenos #foragolpistas

por maissuas Postado em Post

ORÇAMENTO SUAS 2018 DO GOVERNO FEDERAL INVIABILIZA ASSISTÊNCIA SOCIAL NO PAÍS

Passo a passo para você entender o estrago que os gestores do MDS e da SNAS, golpistas e incompententes, estão fazendo com a política pública. Entenda a situação:

– O Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), aprovou a Proposta Orçamentária da Assistência Social, no valor de R$ 59 bilhões, para 2018, no dia 19 de julho de 2017 por meio da Resolução n12/2017.

– O Ministério do Planejamento estabeleceu o limite de R$ 900 milhões para o Fundo Nacional de Assistência Social.

– Pasmem: A SNAS decidiu, sem consultar as instâncias de gestão do SUAS, não lançar NENHUMA proposta no sistema do Ministério do Planejamento, nem aquela aprovada pelo CNAS!

– Mas mesmo assim o Ministério do Planejamento lançou a proposta de orçamento e lançou bem abaixo do próprio limite: apenas R$ 78 milhões. É isto mesmo, você não leu errado: 78 MILHÕES PARA TODA A ASSISTÊNCIA SOCIAL NO PAÍS;

– Resultado: Para o MDS e o FNAS somam 400 milhões para 2018;

– Gestores do SUAS informam que situação é gravíssima visto que a necessidade do orçamento é da ordem de 3 bilhões para 2018;

Os gestores da SNAS afirmam que trata-se de uma estratégia, mas não dizem qual é. O fato é que é assim que o SUAS está sendo tratado pelo Executivo e pelo Congresso e vcs podem confirmar isto nos sites do Ministério do Planejamento.

Lute pelo SUAS! Resista! Leve este debate para as Conferências Estaduais!!! O SUAS está em risco, e com ele, o trabalho de 600 mil trabalhadores, os direitos socioassistenciais, a rede socioassistencial!

As fotos que seguem este post são as que foram apresentadas na Reunião da CIT de 06/09/2017

#emdefesadosuas #suasresiste #foratemer #nenhumdireitoamenos

por maissuas Postado em Post